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Curso de Engenharia Sanitária e Ambiental recebe conceito 4 em avaliação do MEC

Vinculado ao Instituto de Ciências e Tecnologia das Águas (ICTA), o curso de Engenharia Sanitária e Ambiental da Ufopa recebeu conceito 4 em recente avaliação do Ministério da Educação (MEC). A visita técnica da comissão avaliadora do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ocorreu no período de 7 a 10 de maio deste ano. As avaliações in loco visam ao reconhecimento do curso pelo MEC e são condição necessária, juntamente com o registro, para a validação nacional dos diplomas.

“Recebemos o conceito quatro de forma positiva, já que, no contexto global, o curso foi excelentemente qualificado. Temos muitos desafios a serem enfrentados, mas estamos nos empenhando de forma efetiva na premissa de termos um curso que atenda às expectativas e exigências do mercado, formando profissionais qualificados para as demandas regionais”, avalia o coordenador do curso, professor Lucinewton Moura.

Durante a visita, são averiguadas as reais condições de oferta do curso. A avaliação obedece a uma escala conceitual que vai de 1 a 5 e analisa três dimensões: a organização didático-pedagógica, que recebeu conceito 3,9; o corpo docente e tutorial, avaliado com conceito 4,3; e a infraestrutura, com conceito 4,1. “Nosso corpo docente é qualificado e atende às necessidades do curso, observando-se que é bastante capacitado, experiente e motivado. Todos os professores possuem título de formação em pós-graduação stricto sensu, mestrado ou doutorado”, ressalta Moura.

No relatório elaborado pela comissão avaliadora do Inep, considerou-se que o bacharelado apresenta uma organização didática pedagógica que contempla satisfatoriamente os aspectos sociais, econômicos, sanitários e ambientais, em consonância com o que preconiza o atual Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2012-2016 da Ufopa, além de atender às demandas e particularidades locais e regionais.

De acordo com o coordenador do curso, os avaliadores consideraram que os laboratórios já implantados atendem de maneira adequada às disciplinas do bacharelado, possuindo acessibilidade, equipamentos e insumos que permitem o desenvolvimento das atividades curriculares. Apesar da boa estrutura apresentada, foi destacada a necessidade de adequação de alguns itens de segurança, como os chuveiros e lava-olhos, além da questão da acessibilidade, que, embora atenda aos requisitos legais, pode ser mais bem implementada.

Processo de reconhecimento – Realizado pelo MEC, por meio da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres), em parceria com o Inep e com a Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior (Conaes), o processo de reconhecimento é organizado em três fases.

O primeiro passo é o preenchimento de um formulário com informações sobre o projeto pedagógico do curso (PPC). Na segunda fase, é necessário preencher um formulário com informações a respeito de três dimensões avaliadas: a organização didático-pedagógica do curso; o corpo docente e tutorial; e a infraestrutura. Nesta última dimensão – infraestrutura – são avaliados quesitos como acessibilidade, laboratórios, bibliotecas e salas de aula, por exemplo. A última etapa é constituída pela visita in loco feita pelo Inep, via MEC. Os avaliadores vêm até a instituição para verificar suas instalações e averiguar as reais condições de oferta dos cursos. Em média, o processo completo leva de dois a três anos para ser concluído, até que seja publicada a portaria de reconhecimento do curso.

Renata Dantas - Comunicação/Ufopa

18/5/2017