http://www.ufopa.edu.br/portaldeperiodicos/index.php/revistacienciasdasociedade/issue/feed REVISTA CIÊNCIAS DA SOCIEDADE 2020-08-31T15:57:12-03:00 Rubens Elias da Silva revistacs@ufopa.edu.br Open Journal Systems <p><span style="color: #111111; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11.2px; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; letter-spacing: normal; line-height: normal; orphans: auto; text-align: justify; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 1; word-spacing: 0px; display: inline !important; float: none;">A Revista Ciências da Sociedade (ISSN 2594-3987 - QUALIS CAPES B3 2017-2018) é um periódico vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Sociedade da Universidade Federal do Oeste do Pará e divulga, desde seu primeiro número, artigos originais que versem sobre temáticas na área de Ciências Sociais e campos de conhecimentos conexos, contemplando metodologias e abordagens analíticas interdisciplinares. <br><br></span></p> http://www.ufopa.edu.br/portaldeperiodicos/index.php/revistacienciasdasociedade/article/view/1451 Elaboração de queijo tipo “tofu” utilizando castanha-do-brasil (Bertholletia excelsa). 2020-08-31T15:57:12-03:00 Cristiane Silva Braga crstnbraga@gmail.com Carlos Victor Lamarão victorlamarao@yahoo.com.br Charles Soares dos Santos Rolim victorlamarao@yahoo.com.br Klenicy Kazumy de Lima Yamaguchi klenicy@gmail.com <div> <p class="TextosemFormatao1">Esta pesquisa teve como objetivo elaborar um alimento tipo queijo vegetal “tofu”, utilizando castanha-do-brasil (<em>Bertholletia</em> e<em>xcelsa</em>). Para a determinação da composição centesimal da castanha-do-brasil, as amostras foram analisadas em triplicatas, obtendo-se como resultados os valores de Umidade (10,16), Proteínas (12,35), Lipídios (63,80), Carboidratos (21,00), Fibras (8,96), Cinzas (2,85) e Valor energético (697,78). Para avaliação de aceitabilidade do produto foi realizada analise sensorial com duas concentrações do alimento tipo tofu (75 e 100%), onde verificou-se que a concentração de tofu 100% castanha-do-brasil foi a mais aceita pelos provadores em comparação a amostra de 75% castanha-do-brasil. Foram realizadas as análises microbiológicas na amostra de tofu com concentração de 100% castanha-do-brasil, a qual apresentou maior aceitabilidade pelos provadores, expressando os seguintes resultados para Coliformes Totais (ausência), Coliformes termotolerantes (ausência), Contagem de Bactérias Aeróbias Mesófilas (92 NMP/g) e Contagem de bolores e leveduras (ausência). A elaboração de queijo utilizando castanha do Brasil mostrou-se viável, tanto do ponto vista nutricional, quanto sensorial, sendo uma alternativa para a agroindústria de produtos lácteos e para o público vegano/vegetariano, intolerantes à lactose, alérgicos ao leite de vaca, dislipidêmicos e à pessoas que almejam o consumo de produtos mais saudáveis.</p> </div> 2020-09-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Cristiane Silva Braga, Carlos Victor Lamarão , Charles Soares dos Santos Rolim, Klenicy Kazumy de Lima Yamaguchi http://www.ufopa.edu.br/portaldeperiodicos/index.php/revistacienciasdasociedade/article/view/1382 A feira de Campina Grande: tradição e identidade 2020-07-07T22:59:07-03:00 Maristela Oliveira de Andrade andrademaristela@hotmail.com <p>Este artigo apresenta uma etnografia da feira de Campina Grande<br>como uma instituição multifacetada que abrange aspectos econômicos, sociais,<br>culturais e patrimoniais, com foco na tradição como elemento central e, no seu<br>lugar na formação da identidade da cidade. No percurso etnográfico o objetivo<br>foi desvendar a dinâmica da feira em vários planos: o espacial relativo à distribuição<br>dos bens comercializados; o da variedade dos bens e dos seus integrantes,<br>para compor este cenário múltiplo e complexo. Com a decadência da feira, a<br>cidade viveria sucessivas experiências frente a instituições, além da feira, suas<br>universidades, e festa junina, que assumiram um papel simbólico marcante no<br>processo de reconfiguração identitária da cidade. Do diálogo de saberes, científico<br>e popular, a feira pode vir a ser repensada e reintegrada ao imaginário dos<br>seus moradores, como um bem patrimonial imaterial.</p> 2020-07-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Maristela Oliveira de Andrade