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Universidade Federal do Oeste do Pará

Ultima atualização em 2 de Fevereiro de 2026 às 14:01

Ufopa cria Superintendência de Tecnologia da Informação


Consolidação da STI marca os primeiros movimentos da nova etapa institucional em 2026.

Como parte das ações que marcam o início de um novo ciclo da atual gestão superior, reeleita para conduzir a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa) pelos próximos quatro anos, deu-se início à reestruturação institucional, com mudanças começando pela área de tecnologia da informação. Os primeiros movimentos representam uma nova etapa para a comunidade acadêmica e o público em geral.

O antigo Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação (CTIC) agora é a Superintendência de Tecnologia da Informação (STI). Os objetivos da medida são fortalecer a governança digital, modernizar a infraestrutura tecnológica e ampliar a eficiência no atendimento às demandas acadêmicas e administrativas da universidade.

A mudança vai além de uma adequação administrativa e posiciona a tecnologia da informação como um eixo estratégico para o desenvolvimento institucional. Com a nova configuração, a Ufopa busca corrigir desequilíbrios operacionais, qualificar o planejamento e permitir que a gestão atue de forma mais estratégica, assegurando que os investimentos em tecnologia estejam alinhados ao Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). Os resultados esperados são maior agilidade nos processos, mais segurança da informação e melhores serviços para ensino, pesquisa e extensão.

Alinhada ao cenário nacional, a criação da STI coloca a Ufopa em consonância com a realidade das instituições federais de ensino superior no Brasil. Levantamento do Colégio de Gestores de Tecnologia da Informação e Comunicação (CGTIC) aponta que 67,2% das universidades federais já adotam o modelo de superintendência, o que evidencia a relevância estratégica atribuída à área de tecnologia nessas instituições. Para sustentar essa nova fase, a STI foi reorganizada para distribuir melhor as responsabilidades e evitar sobrecargas operacionais.

A nova estrutura está com o seguinte formato:

  • Superintendência (STI): Responsável pela gestão estratégica e articulação institucional;

  • Assessoria de Governança e Gestão de TI (AGGTI): Focada em planejamento, gestão de contratos e processos;

  • Diretoria de Sistemas Institucionais (DSI): Dedicada exclusivamente ao ciclo de desenvolvimento, manutenção e sustentação de softwares e sistemas (como o SIG);

  • Diretoria de Infraestrutura e Serviços de TI (DISTI): Voltada para a gestão de redes, data center, segurança cibernética e suporte ao usuário.

Com a criação das diretorias específicas, a expectativa é ampliar a capacidade de resposta da área de tecnologia, permitindo um acompanhamento mais próximo dos projetos de sistemas e uma gestão mais robusta da infraestrutura de redes, considerada essencial para o funcionamento das atividades acadêmicas e administrativas. A nova organização também contribui para maior previsibilidade, padronização e qualidade nos serviços digitais oferecidos à comunidade universitária.

Avanço: De acordo com o superintendente Richard Caio Silva Rêgo, a consolidação do CTIC como superintendência representa um avanço estrutural importante. “A elevação do CTIC para superintendência nos dá a base necessária para fortalecer a governança, assegurar conformidade legal e entregar serviços digitais mais eficientes para alunos, técnicos e docentes”, destaca.

A consolidação da STI integra um projeto mais amplo de fortalecimento institucional e está alinhada à virada de ciclo da gestão superior, prevista para abril deste ano de 2026, quando a reitora Aldenize Xavier e a vice-reitora Solange Ximenes, reeleitas, darão início a um novo ciclo. A iniciativa antecipa diretrizes com foco na modernização administrativa, na transformação digital e no alinhamento com as melhores práticas das instituições federais de ensino superior, com impactos diretos em estudantes, servidores e na sociedade.

Para a reitora Aldenize Xavier, “a criação da STI é uma decisão estratégica que fortalece a governança digital, qualifica os processos institucionais e prepara a universidade para os desafios dos próximos anos. Segundo ela, a reestruturação institucional não se limita ao antigo CTIC, mas tem início na área de tecnologia e seguirá alcançando outros setores da Ufopa, ampliando a eficiência, a integração e a qualidade dos serviços prestados à sociedade”.

Ascom/Ufopa, com informações da STI
30/01/2026

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